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YASMIN

> Yasmin > performance _ 

instagram.com/yasvps

De origem artística no teatro, a transformista Yasmin se dedica a experimentação performativa a partir da hibridização de diversas linguagens artísticas. Integrou inúmeros grupos e companhias de teatro em Curitiba, trabalhando também como produtora cultural e figurinista. Hoje finaliza graduação em Ciências Sociais com linha de formação em Antropologia, na qual pesquisa performance e sexualidade dentro de um espaço cultural influente em Curitiba, a Selvática Ações Artísticas. Participa da Membrana, grupa de escrita crítica afetiva, de forma que sua pesquisa na escrita também integra seu processo performativo. Seu trabalho acontece por meio da junção das artes do corpo, visuais, e escrita de forma a resultar em uma performance profunda e com o objetivo de conectar e funcionar como um dispositivo de transformação e estranhamento nas pessoas. Sua performance é autobiográfica e está em constante mudança; é a materialização das vivências, estudos teóricos e da relação entre performer e público. Como um manifesto punk de si, sua performance e montação é feita de forma completamente independente. Como acontecimento que se dá a partir do corpo e seus limites e possibilidades, a performance é o corpo em um campo de batalha.

Em suas pesquisas Yasmin investiga o corpo a partir da loucura. Yasmin é como uma instalação em movimento, que existe em outra dimensão, com outra dinâmica temporal, e que causa ruído; Para a artista, a performance é um meio de comunicação, um portal para a transformação interna e externa. É ser, estar e ocupar Curitiba como mulher, artista, pesquisadora, brasileira, militante e como corpo dissidente e inconformado. Yasmin cria um portal mágico de cisão no tempo/espaço, proporcionando uma experiência estética/política/sensorial/psicoativa e revolucionária que cria e recria, permitindo conhecer as diferentes possibilidades de existência.

Yasmin canaliza uma entidade mutável – de inteligências indomáveis, um suspiro de vida em uma noite, o reconhecimento do desconhecido. Contemple.

“Ruído é o que nós queremos produzir quando dizemos o que precisa ser dito”.

By an artistic origin in the theater, the transformist Yasmin is dedicated to the performative experimentation from the hybridization of many artistic languages. She has joined numerous theater groups and companies in Curitiba, also working as a cultural producer and costume designer. She’s finishing her degree in Social Sciences with an emphasis in Anthropology, in which she researches performance and sexuality within an influential cultural space in Curitiba, Selvática Ações Artísticas. She participates in Membrana, a group of affective critical writing, so that her research in writing also integrates her performative process. Her work takes place by bringing together the body arts, visuals, and writing to result in a deep performance and to connect and function as a device of transformation and defamiliarization in people. Her performance is autobiographical and constantly changing; It is the materialization of experiences, theoretical studies and the relationship between performer and audience. As a punk manifesto of itself, her performance and characterisation is done completely independently. As it takes place from the body and its limits and possibilities, the performance is the body in a battlefield.

In her research Yasmin investigates the body from the madness. Yasmin is like a moving installation, which exists in another dimension, with another time dynamic, and causes noise; For the artist, performance is a mean of communication, a portal for internal and external transformation. It is being and occupying Curitiba as a woman, artist, researcher, Brazilian, militant and as a dissenting and nonconforming body. Yasmin creates a magical portal of split in time/space, providing a revolutionary aesthetic/political/sensorial/psychoactive experience that creates and recreates, allowing to know the different possibilities of existence.

Yasmin channels a mutable entity – of indomitable intelligences, a breath of life in one night, the recognition of the unknown. Contemplate.

“Noise is what we want to produce when we say what needs to be said”.

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> fotografia 1 > Fernando Helfenstein _ prod > Gold Dome _

> fotografia 2 > Pauhlo _

> fotografia 3 a 11 > Eudig _

Golddome • 11/03/2018
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